Script interno
TesteiraTesteiraTesteiraTesteiraTesteira
Imagem bandeira do Brasil (testeira)Imagem Saúde / Ministério da Saúde (testeira) 
  
EnglishEspañolРусскийFrançais
ComunidadeCadastroMapaDúvidas_FreqüentesEndereçosFale
 
 Página inicial
 Página principal

 Voltar para: Página principal > Área técnica > Epidemiologia > Gestante HIV+ e crianças expostas
Epidemiologia
   Aids   HIV   Gestante HIV+ e crianças expostas   DST   Gestante com Sífilis   Sífilis congênita   Boletim epidemiológico   Tabulação de dados   Instrumentos de Notificação   Sistemas de informação   Legislação em vigilância epidemiológica   Conscritos 2007
 Gestante HIV+ e crianças expostas
 Veja também
  CBVE - Curso Básico de Vigilância Epidemiológica em Sífilis - 2009
  Coleção DST/Aids - série manuais 78 - 3ª edição - 2009
- Sífilis Congênita, Sífilis em Gestantes, Infecção pelo HIV em Gestantes e Crianças Expostas

 PDF [2.4 MB]
  Nota Técnica N° 116/06/UIV/PN-DST-AIDS/SVS/MS
  Evidência laboratorial da infecção pelo HIV em adultos e crianças para fins de vigilância epidemiológica

 PDF [197 KB]
  Nota Técnica N° 62/07/GAB/UIV/PN-DST-AIDS/SVS/MS
  Vigilância epidemiológica das crianças expostas ao HIV

 PDF [500 KB]

Anualmente, 3 milhões de mulheres dão à luz no Brasil. Estimativas de estudo feito em 2006 apontam prevalência de infecção por HIV em 0,42% das mulheres no momento do parto, cerca de 13 mil grávidas. Diferente da transmissão em outros grupos populacionais, a simples suspeita de exposição das gestantes e dos recém-nascidos deve ser notificada e investigada, em virtude dos benefícios do tratamento no prognóstico da criança. Serão considerados expostos todos os recém-nascidos e as crianças que amamentaram em mães soropositivas ou com suspeita de infecção pelo HIV. Nestes casos, a notificação/investigação deverá conter dados da nutriz.

A vigilância de gestantes soropositivas e crianças expostas permite o acompanhamento da prevalência de infecção entre as gestantes e da transmissão vertical do vírus. A análise desses indicadores possibilita o acompanhamento de alterações do perfil epidemiológico da infecção. Isso facilita o planejamento e desenvolvimento de ações de controle da doença. No Brasil, investe-se maciçamente no incentivo à testagem anti-HIV durante o pré-natal.

Legislação - Desde 2000, a notificação de casos de gestantes soropositivas e crianças expostas é obrigatória e deve ser realizada por médicos e outros profissionais de saúde, responsáveis por organizações e estabelecimentos públicos e particulares de saúde, segundo recomendações do Ministério da Saúde (Lei 6259/75 e Portaria nº 05 de 21/02/2006 e publicada no D.O.U. de 22/02/2006, Seção 1 página 34).


 Topo